sábado, 19 de janeiro de 2013

Cuidando do jardim no Verão

Por Sidnei Trindade
O Verão brasileiro é pródigo em luz e calor. Quem tem um jardim sabe que esta época do ano evoca cuidados específicos graças às peculiaridades das plantas: a absorção de nutrientes, a fotossíntese, as regas e podas. Por isso especialistas nunca se furtam em dividir conosco, amantes da natureza, seus conhecimentos para que possamos cuidar do jardim e das plantas que o habitam com precisão e cuidado.
Adubação:  por conta do tempo mais propenso às chuvas, as plantas consomemmais facilmente os nutrientes do solo, utilizando todo o potencial do adubo. É necessário o acréscimo de adubo adequado e tratamento do solo em volta das plantas. Árvores grandes e arbustos precisam ter a terra em volta afofada e reforçada com material orgânico, como estrume e húmus, e fertilizante NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) na proporção 10-10-10. Este fertilizante precisa ser diluído para ser inserido no solo, na proporção três partes de água e uma de mistura.
Regas: quem determina o volume das regas é a natureza. Se a região em que você vive for chuvosa, a frequência de irrigação pode ser muito espaçada, para que se evite encharcamento e apodrecimento das raízes. Mas se o Verão de sua região for muito seco, cuidados extras com a rega, que deve ser feita constantemente e preferencialmente pela manhã, para que as plantas não sofram queimaduras.
Podas: paisagistas não recomendam podas no Verão por conta do início da fase de brotação natural nas plantas por conta da abundância de luz. Contudo, as chamadas podas de formação precisam sempre ser feitas para a eliminação de galhos secos e excedentes.
Cuidados: o excesso de chuvas em algumas regiões podem provocar enxurradas que retiram a camada fértil do solo, por isso recomenda-se o uso de matéria orgânica curtida ou uma cobertura morta para retenção dos nutrientes. Atenção também com a proliferação de fungos e e doenças, por conta das temperaturas elevadas e alta umidade.
Dicas:   o Verão é excelente para que se cubra os gramados com terra e adubo graças à rapidez de absorção de nutrientes por conta da abundância de água. Algumas espécies atingem o ápice da floração justamente nesta época, como o copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica), sapatinho-de-judia (Thunbergia mysorensis), onze-horas (Portulaca grandiflra), crista-de-galo (Celosia argentea) e o hibisco (Hibiscus rosa-sinensis).
Fonte: jardim e paisagismo

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Flores de verão para decorar a casa: veja seis opções de vasos e arranjos



inspire-se com fotos e dicas de paisagista

Por Pollyana de Moraes
A temporada mais quente do ano pede uma decoração exótica e natural, cheia de cores e sem nenhuma frescura. É neste clima de calor que as flores tropicais e as espécies resistentes ganham a missão de embelezar a casa com um colorido de fazer inveja nas outras estações.

Pensando nisso, elegemos no mosaico abaixo as seis flores que mais combinam com o verão brasileiro. A paisagista Anna Luiza Rothier também nos deu dicas sobre quais delas devem ficar em vasos e quais ficam perfeitas em arranjos. Veja e inspire-se.

1- Bromélia (Leoncillo Sabino/ Flickr); 2- Flor da Fortuna (Tropic-7/Flickr); 3- Flor de Colônia (Getty Images); 4- Bastão do Imperador (Marcus RG/Flickr); 5- Strelitzia (Getty Images) e 6- Orquídeas (Paulo Henrique/Flickr)

Vasos
Bromélias (1), flores da fortuna (2) e orquídeas (1) devem estar plantadas em vasinhos tradicionais com terra para crescerem vistosas. É suficiente regá-las apenas uma vez por semana, molhando principalmente o centro do vaso. Cercá-lo com um pouco de “barba de velho” – um tipo de folhagem - protege a planta do calor excessivo e ainda arremata a decoração. Essas flores devem ficar protegidas do sol, numa sombrinha leve, por isso são ideais para interiores e varandas fresquinhas.

Arranjos
Já a flor de colônia (3), o “bastão do imperador” (4) e a strelitzia (5) são espécies tão imponentes e exóticas que podem até fazer o papel de objetos de decoração. Em garrafas de água, recipientes de vidro ou amarradas em arranjos, elas misturam luxo e tropicalismo. Ideais para decorar festas à beira da piscina, coquetéis em casa e jantares. A água do arranjo deve ser trocada diariamente e adicionar uma pedra de gelo garante uma maior durabilidade das flores. Após cinco dias de uso, elas devem ser trocadas.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Flores de Ipê-branco embelezam Parque da Sementeira




cliqueFotos: Ascom/Emsurb
 
O Ipê-branco (Tabebuia Roseoalba) é uma árvore nativa do Brasil. Seus nomes, tanto científico quanto popular, vêm do tupi-guarani e significam ´árvore de casca grossa´. Ótima para a arborização de praças e avenidas por conta da copa alongada e de seu tamanho - 7 a 16 metros de altura, com tronco de 40 a 50 cm de diâmetro -, vem sendo plantada em toda a capital sergipana. Os locais de maior concentração da espécie são a avenida Hermes Fontes e a rota de fuga da Zona de Expansão.
Segundo a engenheira agrônoma da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Fernanda Matos, a árvore se mostra resistente em Aracaju, tanto no verão quanto no inverno. Ela explicou que o seu crescimento é considerado muito bom e que o cuidado com a planta se restringe a irrigação, colocação de adubo e poda para condução quando necessário. A engenheira agrônoma ressalta ainda que as árvores utilizadas na ornamentação da cidade proporcionam abrigo e alimento para a fauna; sombra, sensação térmica mais amena, além da diminuição da poluição sonora e de ruídos em benefício da população.
O Ipê floresce uma vez ao ano e, neste período, apresenta uma peculiaridade: fica totalmente desprovido de folhas. Estas dão lugar às flores amarelas, brancas, roxas ou rosas, que formam um verdadeiro espetáculo da natureza. No Parque da Sementeira, bem próximo à sede da Emsurb, os visitantes podem contemplar a beleza do Ipê-branco, que já mostra suas belas flores.
Manutenção
O trabalho de paisagismo realizado pela Emsurb vai além da arborização. Diariamente a gerência de Áreas Verdes da empresa envia equipes a diversas localidades da cidade para a manutenção de praças, jardins, canteiros e avenidas. Atividades como irrigação, poda, roçagem de terreno, adubação, limpeza de arranjos, reposição de grama e plantas nativas são frequentes. A Emsurb também cuida dos gramados de campos de futebol administrados pela Prefeitura, a exemplo do Anchietão, Jardim Esperança e da Sementeira.
Valdir Santos, fiscal de plantio da Emsurb, esclarece que a manutenção é feita, aproximadamente, a cada 20 dias por local, mas há regiões que precisam de cuidados mais frequentes. A agenda desta semana compreende a praça do posto de saúde Sinhazinha, a avenida Nova Saneamento, a avenida Tancredo Neves, Zona de Expansão, Pantanal, Centro, Mercado Albano Franco, conjunto Inácio Barbosa, dentre outros.
Ascom PMA

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Casa fresca e arejada durante o ano inteiro


  • Por Juliana Fontanella

O verão pode significar a pior época do ano para quem vive em imóveis mal planejados. Sem circulação de ar e sombreamento adequado, suportar o calor é difícil. Em Maringá, com temperaturas que facilmente passam dos 30 graus, a perda de qualidade de vida se traduz em noites mal dormidas, cansaço e irritação.

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O projeto arquitetônico é a solução para quem ainda vai construir a casa dos sonhos, mas se a edificação já existe será preciso um novo estudo capaz de somar recursos para melhorar a tempera interna. A arquiteta Roseli Valle diz que no imóvel pronto pode-se somar recursos para minimizar o calor. Sem quebra-quebra a primeira área a ser explorada é o paisagismo.

O imóvel pode ser planejado ou adaptado para oferecer aos moradores a sensação de um oásis de frescor nos dias em que a temperatura ultrapassa os 30 graus
Roseli cita que a área verde fornece umidade e reduz a troca de calor, o que torna o ambiente mais aconchegante. Além de usar a área externa, pode-se aproveitar espaços internos para um jardim de inverno, medida que ajuda a regular a temperatura.
Muros e paredes também são importantes aliados da arquitetura para minimizar o calor. Além do jardim vertical (no muro), vale investir em inovações como concreto leve, já com vantagens termoacústicas; argamassas especiais; tintas térmicas e revestimentos escolhidos especialmente para esse fim.
"Para não alterar a posição das janelas, películas protetoras ajudam e têm preços acessíveis", orienta Roseli. Pode-se ainda adotar o recurso do brise-soleil, quebra-sol, que, quando usado na posição correta, facilita a circulação de ar e reduz a temperatura no ambiente.
"Pode-se usar brises de alvenaria, madeira ou metal, um recurso que acrescenta efeito estético à edificação", acrescenta. Na mesma linha, os elementos vazados - disponíveis em uma infinidade de modelos - também voltam a aparecer nos projetos arquitetônicos.
Troque as luzes incandescentes pelas lâmpadas fluorescentes, que além de mais econômicas e com melhor luminosidade geram apenas uma fração do calor da antiga.
Fonte: O dicairo.co
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

PRAGAS DO VERÃO: SAIBA COMO IDENTIFICÁ-LAS E TRATÁ-LAS



Juliana Nakamura
Do UOL, em São Paulo



A joaninha é um importante predador dos pulgões. Por isso, nem pense em se livrar dela
O verão está chegando ao fim. É justamente nessa época que os estragos causados pelo calor e umidade, excessivos às plantas ornamentais, ficam mais evidentes. Um dos piores males é a infestação por pragas impulsionada pelo clima, que pode atingir diversas espécies e partes da planta, tirando o vigor, diminuindo a beleza e, em casos mais extremos, provocando a morte do vegetal.
O termo praga está relacionado a agentes visíveis, geralmente insetos, aracnídeos ou moluscos. Um exemplo são as lagartas, cuja proliferação em coqueiros e palmeiras é frequente na estação mais quente do ano. “Bastante aproveitadas em projetos de paisagismo, espécies como fórmio (Phormium tenax) e cica (Cycas revoluta) também sofrem nessa época com o aparecimento de cochonilhas”, destaca Vâner Silva, presidente daEcoJardim. Em gramados os problemas podem aparecer na forma de cigarrinhas e percevejos, apenas para citar alguns.
Pequenos, mas vorazes
Insetos sugadores como as já citadas cochonilhas, pulgões, percevejos e cigarrinhas atuam extraindo a seiva de folhas e flores e secretando um líquido açucarado que atrai formigas e favorece o crescimento de fungos que causam a diminuição da área fotossintética da folha.



No verão, as plantas estão mais suscetíveis ao ataque de insetos como pulgões, cochonilhas, besouros e ácaros rajados. Na foto, folha infestada por indivíduos adultos e ninfas de pulgão
As cochonilhas vivem em colônias e quase não se movimentam sobre as plantas. Elas geralmente se instalam sob as folhas, nos ramos e troncos das árvores e podem apresentar formas e tonalidades muito variadas: branco, marrom, avermelhada, verde ou enegrecida.
“Algumas espécies possuem corpo mole e se depositam sobre as plantas como se fosse algodão, enquanto outras têm uma carapaça dura”, diz Teresa Jocys, pesquisadora do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Sanidade Vegetal do Instituto Biológico.
Com tamanho variando de 1 a 5 mm, os pulgões são perigosos por se reproduzirem rapidamente e atingirem principalmente folhas mais novas e delicadas. O resultado de um ataque desses insetos pode ser notado em pouco tempo, primeiramente através do aspecto enrolado e amarelo das folhas, depois pelo atrofiamento da planta.
Vale ainda atentar à ação das cigarrinhas, que além de sugar continuamente a seiva das plantas, injetam toxinas que causam deformações nas folhas. Um sintoma da infestação por esse tipo de inseto é a presença de uma espuma branca - que lembra neve - e pode cobrir parte de galhos de árvores e gramados.



As formigas provocam danos consideráveis às plantas cultivadas, sobretudo as saúvas e quenquéns, que cortam folhas e brotações
Os percevejos, por sua vez, provocam a secura das folhas. Esses insetos também apresentam tamanho e formas variadas. “Algumas espécies, inclusive, exalam odor desagradável ao serem tocadas (as conhecidas marias-fedidas)”, afirma Akira Paulo Takematsu, pesquisador do Instituto Biológico.
Numerosas e organizadas
Outras variedades de insetos a atacar os jardins, gramados e vasos são os sociais, como cupins e formigas. Os cupins se alimentam de materiais ligno-celulósicos (papéis, árvores e madeira em geral) e formam grandes colônias, atacando desde mudas recém-transplantadas até árvores adultas. Já as formigas provocam danos consideráveis às plantas cultivadas - sobretudo as das espécies saúvas (Atta spp) e quenquéns (Acromyrmex spp) - aos cortar folhas e brotações.
Igualmente vorazes, as lagartas são formas jovens de borboletas e mariposas e devem ter sua presença no jardim rigorosamente controlada. Isso porque elas consomem grande quantidade de alimento, causam desfolhamento da planta e, algumas espécies são gregárias, ou seja, formam galerias nos troncos ou folhas.
Entre as pragas que atingem as plantas ornamentais, há ainda os besouros, que podem alimentar-se de folhas, botões florais, flores e raízes. Assim como as lagartas, algumas espécies têm larvas que penetram nos caules e ramos formando galerias em seu interior.
Além de insetos, as espécies ornamentais podem ser atingidas por ácaros e moluscos. Vetores de viroses, os ácaros são semelhantes a aranhas minúsculas que tecem teias e formam grandes colônias. “Eles se alimentam raspando ou sugando a seiva do lado inferior das folhas, provocando manchas bronzeadas”, informa Takematsu.
Entre os moluscos, destacam-se as lesmas, normalmente incidentes em locais escuros e úmidos. Esses animais deixam um rastro brilhante e pegajoso por onde passam, além de rasparem e consumirem folhas, destruindo mudas pequenas e tenras.
Plantas bem adaptadas às condições ambientais tendem a ser mais resistentes ao ataque de pragas. Por isso, a primeira medida para evitar infestações é observar se a planta está bem irrigada e recebendo a quantidade adequada de luz, água e adubação. Esse cuidado deve ser observado tanto no verão, quanto nas demais estações do ano.
Outra recomendação é ter cuidado com a introdução de plantas novas no jardim ou próximas a outros vasos já existentes. Isso para evitar possível contaminação. Além disso, “é muito importante que seja feito trabalho preventivo junto aos vegetais, pois as mudanças de temperatura e a alta umidade propiciam não apenas o aparecimento de pragas, como também o surgimento de fungos e outras doenças típicas da estação que enfraquecem e podem matar as plantas”, acrescenta Vâner Silva, lembrando que o ideal é aplicar fertilizantes regularmente.
Como tratar
Uma vez detectada a infestação, deve-se dar preferência a métodos de tratamento orgânicos e seletivos. “Na floricultura em escala comercial é comum o controle químico de pragas, mas em pequenas áreas é possível empregar a pulverização de produtos alternativos, como calda de fumo e solução aquosa de sabão ou de detergente caseiro”, recomenda Takematsu.
A poda de limpeza para retirar partes de plantas infestadas é fundamental e deve ser feita sempre que necessário. No caso dos insetos, uma estratégia eficaz é o controle biológico através do uso de inimigos naturais das pragas, como joaninhas, tesourinhas e bicho lixeiro.
Insetos parasitóides como as pequenas vespinhas também podem se tornar grandes aliados na batalha contra pulgões. Isso porque eles depositam seus ovos dentro do corpo dos pulgões e suas larvas alimentam-se o do conteúdo interno do hospedeiro. Com o tempo, o inseto parasitado é mumificado, adquirindo aspecto e coloração diferente dos demais.
“Mas é importante que essas múmias não sejam removidas, pois elas iniciarão uma nova geração de parasitóides que atacarão outros pulgões sadios, dando início a outro ciclo de parasitismo”, alerta Jocys, ressaltando que nem todos os insetos presentes nas plantas cultivadas devem ser retirados ou exterminados.
Diante da presença de lesmas, a melhor solução é também a mais simples: retirar os moluscos individualmente. O uso de algumas armadilhas pode auxiliar nessa tarefa. Um exemplo é embeber um pano em leite e deixá-lo próximo às plantas. As lesmas são atraídas pelo leite e se abrigam sob o tecido durante a noite. No dia seguinte, basta recolher o pano com as lesmas, que deverão ser eliminadas.

Aprenda a receita de calda de fumo para controle de pragas em jardins
Ingredientes:
250 g de fumo de corda
100 ml de álcool comum
1 l de água fervente
Preparo:
Coloque o fumo picado em uma vasilha. Em seguida, acrescente a água.
Tampe e deixe a mistura em repouso por 24 horas. Passado esse período, agite bem o conteúdo. Filtre o líquido em pano fino espremendo bem para retirar o máximo de extrato. Adicione o álcool, que servirá de conservante para a solução. Guarde a mistura em frasco escuro.
Para o tratamento das plantas infestadas, dilua 100 ml da solução de fumo em 1 litro de água. Em seguida, acrescente dez gotas de detergente caseiro (para quebrar a tensão superficial da água) e pulverize a mistura sobre as plantas. Aplique sobre as plantas o quanto for necessário.
Fonte: Instituto Biológico de São Paulo

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Dicas para Bonsai


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Bonsai é uma arvore cultivada em vaso, o bonsai tem que ter aproximadamente uns 10 anos antes disto é um pré-bonsai, um bonsai jovem. O bonsai tem alguns cuidados ele cria sua própria adaptação ao ambiente, reduzindo a dimensão e desenvolvendo sua característica de arvore adulta, inclui as flores e fruta. O bonsai ele é formado  em varias formas depende e como for plantada com semente, mudas, plantas colhidas do jardim chácara. Uma ótima dica é plantar o bonsai de tamarindo e
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jabuticaba tão bonsai lindos.
Abaixo algumas dicas do cuidado com Bonsai
Regar: sempre regar de vagar e por cima, regar quando a terra
estiver quase seca pode ser regado um dia sim ou não.
Local ideal: é um lugar arejado com laminação, que seja semelhando de uma varanda.
O bonsai é uma arvore que é cultivada em vasos onde ocupa menos espaços então necessita de adubo e fertilizantes, o adubo deve ser do tipo Ouro Verde e alguns tipos sólidos de poço nitrogênio
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Se desejar criar um bonsai não se esqueça das dicas acima!
Fonte; sabe Tudo

domingo, 13 de janeiro de 2013

Dicas de paisagismo


jardim projetoVocê pretende fazer o seu próprio jardim, é preciso ter idéia do que deseja esta fazendo, o espaço de onde quer o jardim, pois para ter um jardim precisamos de espaço e os pontos fortes para destaque do jardim, as flores s esculturas o pomar de fruta tudo é uma jardinagem, então temos que ter idéias na decoração de seu jardim. E é preciso respeitar o tempo o ciclo de casa tipo de flor ou fruto que for adquirir em seu jardim. Abaixo algumas dicas como:
Transplantes das mudas: as mudas precisam de poda pra reduzir a massa foliar e diminuir a transpiração, para facilitar o pigmento e emissão de novo sistema radicular.
Formação de cercas Vivas: é necessário podar sempre no começo do plantio, para conduzir ocrescimento e dar formas a cerca.
Regar as Plantas: Regar frequentemente, Principalmente primavera e no verão, deve se feito todos os dias e no outono e inverno, a cada 2 dias. Regar de forma abundante, de preferência de manhã cedo ou no final da tarde.
Não esqueça nunca essas dicas acima, pois elas podem fazer a diferencia na sua jardinagem, pode ser o ponto forte para seu jardim ficar lindo e florido.
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Fonte: sabe tudo