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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Horta de Temperos

Por Beatriz de Santiago do Jardineiro.net
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Uma jardineira é o suficiente para um bom apanhado de diferentes ervas.
Foto de Kate Monkey
  Em primeiro lugar, é necessário ter, no mínimo, 2 horas de sol todos os dias. Se você tiver uma varandinha com espaço, o plantio pode ser feito em jardineiras ou vasinhos com uma boa drenagem para não acumular muita água. Mas se você não tiver espaço, a dica é montar uma hortinha vertical de temperos, com as incríveis bolsas vivas, é só colocar um pouco de terra por baixo e plantar os temperos. Fica lindo e não vai ocupar espaço! A rega deve ser realizada de forma diária, mas sem exageros. Como fazer uma horta num apartamento pequeno?
É o sonho de quase todas as pessoas, e hoje com as novidades do mercado qualquer um pode ter, inclusive em pequenos espaços. Para quem não tem espaço, o ideal é ter uma hortinha vertical que, com as incríveis e modernas bolsavivas (bolsas para jardins verticais que estão no cenário do Mais Você), podem ser instaladas em qualquer parede, inclusive, na área de serviço. A hortinha também pode ser montada em varanda, parapeito e sacadinha. Dá sempre para arrumar um cantinho para uma hortinha caseira.

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Uma jardineira é o suficiente para um bom apanhado de diferentes ervas.
Foto de Kate Monkey
  Em primeiro lugar, é necessário ter, no mínimo, 2 horas de sol todos os dias. Se você tiver uma varandinha com espaço, o plantio pode ser feito em jardineiras ou vasinhos com uma boa drenagem para não acumular muita água. Mas se você não tiver espaço, a dica é montar uma hortinha vertical de temperos, com as incríveis bolsas vivas, é só colocar um pouco de terra por baixo e plantar os temperos. Fica lindo e não vai ocupar espaço! A rega deve ser realizada de forma diária, mas sem exageros. Como fazer uma horta num apartamento pequeno?
É o sonho de quase todas as pessoas, e hoje com as novidades do mercado qualquer um pode ter, inclusive em pequenos espaços. Para quem não tem espaço, o ideal é ter uma hortinha vertical que, com as incríveis e modernas bolsavivas (bolsas para jardins verticais que estão no cenário do Mais Você), podem ser instaladas em qualquer parede, inclusive, na área de serviço. A hortinha também pode ser montada em varanda, parapeito e sacadinha. Dá sempre para arrumar um cantinho para uma hortinha caseira.
Quais ervas/temperos são mais aconselháveis para plantar? Por quê?
As melhores ervas/temperos para uma hortinha caseira, certamente são as mais úteis para cozinha e mais resistentes ao nosso clima, como: alecrim, manjerição, hortelã, orégano, tomilho, sálvia, pimenta e salsão.
Como devem ser os vasos?
Os vasos podem ser de qualquer tamanho, dependendo da área destinada para os temperos, pequenos, médios ou grandes. Também podem ser montadas em jardineiras, mas é importante separar bem as ervinhas, já que cada uma requer um cuidado especial. Neste caso, é importante fazer uma boa drenagem nos vasos, que deve ser feita com pedrinhas no fundo. No jardim vertical, pode ser montada diretamente na Bolsaviva.
Como precisa ser o ambiente (iluminação, umidade, etc)?
O sol é um fator importante para uma hortinha saudável. O aconselhável é ter, no mínimo, 2 horas de sol diariamente.
É preciso regar todos os dias? Qual a quantidade de água?
Os temperos precisam ser regados todos os dias, sempre no início da manhã ou no final da tarde, nunca do meio do dia quando o sol é mais forte. Sempre em horários mais amenos. A quantidade de água tem que ser medida conforme o tamanho dos vasos.
De quanto em quanto tempo deve ser adubado?
A adubação é realizada para corrigir a deficência natural do solo, porém é importante ter cuidado, já que os temperos são utilizados para consumo, então o indicado é o adubo orgânico. Pode ser feita a cada 30 dias.
Quais as dicas para cuidar da horta?
Regar todos os dias na quantidade adequada para cada tamanho de vaso, ficar atento quanto à incidência do sol e utilizar o adubo orgânico.
Quais os principais erros cometidos por quem faz uma horta no apartamento?
  • Esquecer de regar, exagerar no volume de água e deixar em local sombreado
  • Plantar várias ervinhas diferentes no mesmo vaso ou jardineira
  • Não preparar a drenagem dos vasos
  • Não retirar as ervas daninhas
  • Não adubar
Depois de quanto tempo as ervas e temperos podem ser consumidos?
Elas podem ser consumidas logo após a colheita na hortinha caseira. Dependendo do tempero pode ser consumido fresquinho ou depois de seco.
Vale escolher a que mais combina com o seu dia-a-dia:
Manjericão: prefere temperaturas mais altas ou, pelo menos, amenas. É bom se informar sobre as peculiaridades dos diferentes tipos. O manjericão roxo, por exemplo, não gosta de muito sol. É ótimo para acompanhar pratos da cozinha italiana, como pizzas e molhos para massas.
Alecrim: como é uma planta muito resistente, é ideal para quem não tem muito tempo para cuidar da horta. Adaptado a climas mais quentes e secos, pode passar até três dias sem ser regado. É ideal para temperar carnes, especialmente peixe e frango.
Salsão: resiste bem ao inverno e precisa ser regada diariamente para se desenvolver. Usada em sopas, saladas, omeletes e sanduíches.
Hortelã: como as raízes são mais profundas que as das demais ervas, deve-se sempre plantá-la sozinha em um vaso, para não prejudicar o desenvolvimento das outras plantas. Bastante apreciada pela culinária árabe, vai bem em assados e grelhados e pode ser usada na decoração de pratos e no preparo de chás.
Orégano: se adapta bem em vários ambientes e exige pouca água para se desenvolver. Conhecido por seu uso em pizzas, o orégano também pode ser utilizado em molhos e assados.
Pimenta: resistente, é uma planta que gosta de espaço para se desenvolver. Vale a pena plantá-la sozinha na floreira, para que consiga crescer rapidamente. Com seu sabor picante, vai bem em molhos, conservas e temperos.
Sálvia: resiste bem às baixas temperaturas, então se dá bem no inverno. É ideal para quem não tem muito tempo para cuidar, porque pode ser regada a cada dois dias. É usada principalmente para a decoração de pratos e para temperar carnes mais gordurosas, como carne de caça.
Tomilho: é do tipo que não gosta de muita água e pode ser regado a cada dois dias. Uma dica importante: quanto menor a umidade no vaso, mais cheiroso o tomilho fica. Usado principalmente em ensopados e molhos à base de vinho

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Jardim com garrafa pet

Novas maneiras de reciclar as garrafas pet surgem todos os dias. Neste artigo trataremos dos vasos verticais de garrafa pet. Eles são simples e ideais para a produção de mudas, seja para o jardineiro amador ou para o viveirista profissional.
Os vasos feitos de garrafa pet, podem não ser os mais bonitos, e nem tem este objetivo.

Vaso de garrafa pet com muda de Cananga-do-japão
Vaso de garrafa pet com muda de Cananga-do-japão.
Foto de Aida T. D. Medeiros
Eles no entanto são muito duráveis, baratos e fáceis de fazer e manejar, além é claro de serem ecologicamente corretos. Com capacidade de cerca de 1 litro (quando utilizadas pets de 2 litros), são apropriados para a produção de mudas de diversas espécies de plantas ornamentais, assim como árvores e até mesmo a produção de hortaliças. Mas e se eu não tomo refrigerantes? Melhor ainda! Como eu, você tem uma alimentação mais saudável, e nestes casos a dica é pedir para amigos e parentes guardarem as garrafas vazias para você. Eles se sentirão felizes em ajudar a reciclar. Minha família não consome refrigerantes regularmente mas tenho sempre garrafas disponíveis devido a esta “corrente do bem”.
Lista de Materiais
Apresentação dos Materiais.
Foto de Aida T. D. Medeiros
Você vai precisar de:
  • garrafas pet vazias, limpas e secas
  • soldador
  • tesoura
  • faca de ponta
Passo a passo
O ideal é fazer as garrafas em série, poupando assim tempo e energia. Junte umas 10 garrafas e mãos à obra!
Primeiramente ligue o soldador na tomada e reserve. O equipamento demora um pouco a aquecer, enquanto isso você ganha tempo.
Corte a garrafa na altura desejada
Corte a garrafa na altura desejada.
Foto de Aida T. D. Medeiros
Corte a garrafa pet um pouco acima da metade. A medida dependerá também do uso que você deseja dar aos vasos. Vasos rasos são bons para mudas de cactos e suculentas, mas a maioria das plantas vai preferir os mais profundos. Para perfurar a garrafa utilize uma faca de ponta, após o primeiro furo dê o acabamento com uma tesoura. Despreze a parte superior. Encoste a ponta do soldador perpendicularmente no fundo da garrafa, de fora para dentro. O calor, naturalmente irá furar o material, fazendo os furos de drenagem. Não faça força, pois a ponta pode deslizar para os lados e causar acidentes. Esta operação deve ser realizada sempre por adultos. Nunca deixe o soldador ligado ao alcance de crianças ou animais domésticos. Prefira efetuar os furos em local bem ventilado, preferencialmente ao ar livre.
Se não tiver soldador, pode fazer os furos com um faca. Se tiver habilidade, eles ficam muito bons. O problema é fazer muitos vasos com a faca, a mão pode ficar bem dolorida. A furadeira também é uma boa opção, se você tiver uma base para imobilizar as garrafas enquanto fura.
Faça de 5 a 10 furos.
Faça de 5 a 10 furos.
Foto de Aida T. D. Medeiros
Faça cerca de de 5 a 10 furos, distribuídos em todo o fundo do vaso. A drenagem é primordial para o plantio em vasos. Vasos com água empoçada favorecem o rápido apodrecimento das raízes das plantas. Pronto! Seu vaso foi construído de maneira rápida, econômica e prática. Utilize um bom substrato, aerado e fértil e plante sementes, estacas, mudas obtidas de divisão de touceiras, bulbos, etc. Você pode fazer até uma pequena horta com alface, tomate cereja, pimenta, salsinha, cebolinha, etc. No caso de mudas, na hora de separar o torrão do vaso, por ocasião do plantio definitivo, tenha o cuidado de cortar o plástico com a tesoura se o vaso for do tipo “acinturado”. Se for reta até a base, algumas batidinhas em torno do vaso devem resolver (assim você pode reaproveitar os vasos!).
O vaso pronto, com a muda já transplantada.
O vaso pronto, com a muda já transplantada.
Foto de Aida T. D. Medeiros
Dica: Identificar as plantas é sempre difícil, pois as intempéries se encarregam de destruir as marcas de caneta, lápis, etc. Aproveite e “tatue” com o soldador ou com a faca, a identificação da planta diretamente no vaso de garrafa pet. Um código pequeno e indelével é sempre o ideal.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Como fazer farinha de casca de ovos

As cascas de ovos possuem nutrientes essenciais às nossas plantas. Elas são ricas em cálcio, potássio e magnésio. As galinhas poedeiras comerciais são alimentadas com rações concentradas e enriquecidas com minerais que deixam as cascas dos ovos ainda melhores. É claro que você pode e deve utilizar as cascas de ovos de suas galinhas domésticas também, obtendo assim uma farinha ainda mais orgânica, mas para a grande maioria dos jardineiros, criar galinhas em casa pode ser um pouco difícil.
Para que as plantas possam absorver todos estes nutrientes, as cascas deverão estar intimamente ligadas ao solo. Assim, quanto maior o contato das cascas com a terra, mais disponíveis estes nutrientes estarão para as plantas. Um maneira simples de propiciar que isto aconteça, é transformando as cascas em pó. Desta forma teremos uma preciosa farinha, ecológica, barata, rica em minerais, para fertilizar canteiros, hortas, vasos, árvores, orquídeas, etc, adubando assim a grande maioria das plantas que temos em casa.
Coloque em um saco plástico e quebre grosseiramente com as mãos
Coloque em um saco plástico e quebre grosseiramente com as mãos
O primeiro passo na produção da farinha de cascas é colocar as cascas para secar à sombra, sempre que tivermos disponível. Não devemos colocá-las no sol, pois as cascas possuem uma pequena quantidade de nitrogênio, que poderá se perder. Não é conveniente guardá-las para secar depois, pois a decomposição das partes orgânicas ainda úmidas poderá provocar mal cheiro e atrair animais indesejados, como moscas. Vá secando e guardando depois, até obter uma boa quantidade que mereça ser processada. Assim que você tiver uma boa quantidade de cascas (uma duzia já é interessante), coloque-as em um saco e quebre-as apertando com as mãos. Não se preocupe em moe-las bem, pois logo após elas vão para o liquidificador. Coloque-as aos poucos no aparelho e bata até tranformá-las em pó. Se as cascas estiverem ainda úmidas, pode ser difícil bater no liquidificador, e uma secagem maior pode ser necessária. Agora que você obteve esta maravilhosa farinha, coloque-a num vidro com tampa, e guarde-a num lugar fresco.
Bata no liquidificador até obter o pó
Bata no liquidificador até obter o pó
Para usar é bem simples. Uma colherinha de café nos vasos pequenos e duas ou três em vasos maiores. Faça isto uma vez a cada 40 dias. Se você diminuir a dose para meia colherinha, poderá aplicar nas plantas a cada 20 dias.
Siga observando suas plantas e veja como elas reagem a este novo estímulo. Você mesmo poderá decidir a periodicidade da aplicação da farinha de cascas de ovos, observando a vitalidade de suas plantas.
No preparo da terra ou substrato para jardinagem ou vasos, coloque 50 gramas para cada 20 litros de terra.
Uma colher de chá por vaso é uma boa maneira de começar a adubação
Uma colher de chá por vaso é uma boa maneira de começar a adubação
Este rico fertilizante natural, poderá também ser utilizado em hortas e pomares. Os vegetais folhosos, como couve e agrião, terão um benefício especial com este fertilizante. Em hortas poderá ser usado até 50 gramas por metro quadrado, e em frutíferas 50 gramas a cada 2 ou 3 metros lineares. Algumas raras plantas podem não apreciar a leve alcalizinação do solo que as cascas podem provocar, é o caso de azaléias, prímulas, gardênias, plantas carnívoras, entre outras. Sempre que você ler ou souber que determinada planta gosta de um solo “levemente ácido”, coloque uma quantidade menor de farinha de cascas de ovos para evitar assim alterações no pH do solo.
Boas colheitas!
Fonte; Jardineiro.net

domingo, 12 de maio de 2013

Conheça aromaterapia

Aromas e Perfumes
Foto: Ayala Moriel
A aromaterapia tanto pode ser uma ferramenta de diferenciação do seu ambiente de vendas como fonte de novos produtos para revenda na loja.
Para os céticos, basta um simples teste para comprovar a eficácia dos aromas. Os aromas tem ligação com a memória de cada um, ativando o sistema límbico.
Quando inspiramos o odor, as moléculas aromáticas flutuam ate uma espécie de câmara que fica na parte mais alta do nariz. Dali as informações olfativas são levadas para o cérebro para o tal sistema límbico, que é onde estão armazenadas as emoções e os sentimentos e, assim, os aromas acabam despertando reações diversas.
Todo estudo dos cheiros esta baseado nos chamados óleos essenciais, que nada mais são que substancias extraída de flores, folhas, frutos e sementes de plantas, revelando suas propriedades terapêuticas.
Dessa forma é possível empregar a aromaterapia para propósitos mil: os óleos podem ser desde estimulantes e revigorantes até relaxantes e refrescantes, entre outras funções.

Veja a tabela de usos:

  • Bergamota: Antidepressivo e Estimulante
  • Camomila: Relaxante
  • Canela: Estimulante
  • Cardamono: Estimulante
  • Cedro: Relaxante
  • Cipreste: Relaxante
  • Citronela: Relaxante
  • Cravo: Estimulante
  • Gengibre: Relaxante
  • Gerânio: Antidepressivo e Relaxante
  • Grapefruit: Antidepressivo e Relaxante
  • Hortelã: Estimulante
  • Jasmim: Afrodisiaco
  • Laranja: Relaxante
  • Lavanda: Relaxante
  • Limão: Antidepressivo
  • Manjericão: Estimulante
  • Patchouli: Afrodisíaco
  • Pimenta-negra: Antidepressivo
  • Rosa: Afrodisíaco
  • Sândalo: Relaxante
  • Tangerina: Antidepressivo
Texto: Augusto Aki
www.negocioscomflores.com.br
Fonte: Anuário de Feng Shui – Editora Revista Online

sábado, 11 de maio de 2013

Jardim Multicolorido


  Há quem não tenha receio de colocar mil cores no jardim e sem se preocupar com o multicolorido das flores ainda coloque folhagens de folhas variegadas coloridas. Parece familiar?
Antigamente os jardineiros não se preocupavam com estes detalhes. O jardim era feito para a primavera e verão e o resto do ano ficava tudo verde, sem planejamentos. Com livros e a edição de revistas de jardinagem e paisagismo, passando idéias e conceitos isto tem mudado, mas ainda há pessoas que colocam tudo no jardim, adoram plantas, cultivam-nas por prazer e não estão nem aí para ditames da moda nem palpiteiros de plantão como nós.
Também há o oposto, é só olhar revistas que nos deparamos com os chamados jardins minimalistas, muito pedrisco, algumas herbáceas raquíticas ou com jeitão de capim, muitas cicas, palmeiras, uma que outra muda de suculenta e eis o jardim maravilhoso criado por… Já viu isto?
Em empresas o que se vê é abundância de aloés, palmeiras, cicas e gramados. Se há arbustos floridos, pelo menos nos estados sulinos a escolha cai sempre nas azáleas, cuja floração primaveril é esplendorosa e o resto do ano suas folhas sem atrativos deixam o jardim tristonho. A escolha de anuais é feita raramente ou então em abundância, para compensar o restante sem graça.
Acreditamos que estamos pisando terreno minado ao afirmar estas coisas, mas ao longo de anos planejando e reformando jardins, a análise dos fatos é esta, os padrões se repetem em todos os lugares, com belas, mas poucas exceções. Atualmente há uma avalanche de palmeiras esguias, cicas, agaves ou aloés, pingos de ouro e helicônias e quanto tempo esta moda vai durar, veremos…
As cicas têm lento crescimento e há uma tendência em colocá-las bem junto umas das outras para fazer um maciço, esquecendo-se que seu crescimento ao longo do tempo é mais em diâmetro que em altura. Por vezes observa-se em entradas de condomínios e com o tempo o portão não abrirá, nem poderá haver trânsito de pedestres. Aposto que também já observaram isto.
Com estas críticas não estamos afirmando detestar esta ou aquela planta. Todas são belas em suas formas, cores e formatos e colocadas de forma certa embelezam e transformam um jardim em exemplo perene, podendo servir até de logomarca para uma empresa.
O que desejamos é ver os jardins planejados de forma a ter beleza, praticidade e ser fora desta padronização. Isto passa, é claro, por estudo, muito estudo, não só de paisagistas mas do jardineiro amador. Os conjuntos de plantas em canteiros, os detalhes charmosos das anuais, as palmeiras colocadas num jardim estilo tropical, tudo é maravilhoso e colocado do jeito certo será de tirar o fôlego do visitante. Quem sabe, num futuro bem próximo isto ocorra…
Texto e Foto: Miriam Stumpf
Fonte;Jardineiro.net

domingo, 14 de abril de 2013

Produção de mudas em garrafas pet


Novas maneiras de reciclar as garrafas pet surgem todos os dias. Neste artigo trataremos dos vasos verticais de garrafa pet. Eles são simples e ideais para a produção de mudas, seja para o jardineiro amador ou para o viveirista profissional.
Os vasos feitos de garrafa pet, podem não ser os mais bonitos, e nem tem este objetivo.
Vaso de garrafa pet com muda de Cananga-do-japão
Vaso de garrafa pet com muda de Cananga-do-japão.
Foto de Aida T. D. Medeiros
Eles no entanto são muito duráveis, baratos e fáceis de fazer e manejar, além é claro de serem ecologicamente corretos. Com capacidade de cerca de 1 litro (quando utilizadas pets de 2 litros), são apropriados para a produção de mudas de diversas espécies de plantas ornamentais, assim como árvores e até mesmo a produção de hortaliças.
Mas e se eu não tomo refrigerantes? Melhor ainda! Como eu, você tem uma alimentação mais saudável, e nestes casos a dica é pedir para amigos e parentes guardarem as garrafas vazias para você. Eles se sentirão felizes em ajudar a reciclar. Minha família não consome refrigerantes regularmente mas tenho sempre garrafas disponíveis devido a esta “corrente do bem”.
Lista de Materiais
Apresentação dos Materiais.
Foto de Aida T. D. Medeiros
Você vai precisar de:
  • garrafas pet vazias, limpas e secas
  • soldador
  • tesoura
  • faca de ponta
Passo a passo
O ideal é fazer as garrafas em série, poupando assim tempo e energia. Junte umas 10 garrafas e mãos à obra!
Primeiramente ligue o soldador na tomada e reserve. O equipamento demora um pouco a aquecer, enquanto isso você ganha tempo.
Corte a garrafa na altura desejada
Corte a garrafa na altura desejada.
Foto de Aida T. D. Medeiros
Corte a garrafa pet um pouco acima da metade. A medida dependerá também do uso que você deseja dar aos vasos. Vasos rasos são bons para mudas de cactos e suculentas, mas a maioria das plantas vai preferir os mais profundos. Para perfurar a garrafa utilize uma faca de ponta, após o primeiro furo dê o acabamento com uma tesoura. Despreze a parte superior.
Encoste a ponta do soldador perpendicularmente no fundo da garrafa, de fora para dentro. O calor, naturalmente irá furar o material, fazendo os furos de drenagem. Não faça força, pois a ponta pode deslizar para os lados e causar acidentes. Esta operação deve ser realizada sempre por adultos. Nunca deixe o soldador ligado ao alcance de crianças ou animais domésticos. Prefira efetuar os furos em local bem ventilado, preferencialmente ao ar livre.
Se não tiver soldador, pode fazer os furos com um faca. Se tiver habilidade, eles ficam muito bons. O problema é fazer muitos vasos com a faca, a mão pode ficar bem dolorida. A furadeira também é uma boa opção, se você tiver uma base para imobilizar as garrafas enquanto fura.
Faça de 5 a 10 furos.
Faça de 5 a 10 furos.
Foto de Aida T. D. Medeiros
Faça cerca de de 5 a 10 furos, distribuídos em todo o fundo do vaso. A drenagem é primordial para o plantio em vasos. Vasos com água empoçada favorecem o rápido apodrecimento das raízes das plantas.
Pronto! Seu vaso foi construído de maneira rápida, econômica e prática. Utilize um bom substrato, aerado e fértil e plante sementes, estacas, mudas obtidas de divisão de touceiras, bulbos, etc. Você pode fazer até uma pequena horta com alface, tomate cereja, pimenta, salsinha, cebolinha, etc. No caso de mudas, na hora de separar o torrão do vaso, por ocasião do plantio definitivo, tenha o cuidado de cortar o plástico com a tesoura se o vaso for do tipo “acinturado”. Se for reta até a base, algumas batidinhas em torno do vaso devem resolver (assim você pode reaproveitar os vasos!).
O vaso pronto, com a muda já transplantada.
O vaso pronto, com a muda já transplantada.
Foto de Aida T. D. Medeiros
Dica: Identificar as plantas é sempre difícil, pois as intempéries se encarregam de destruir as marcas de caneta, lápis, etc. Aproveite e “tatue” com o soldador ou com a faca, a identificação da planta diretamente no vaso de garrafa pet. Um código pequeno e indelével é sempre o ideal.
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Fonte: Jardineiro>net

terça-feira, 5 de março de 2013

Venda de flores no Dia Internacional da Mulher é maior no setor coorporativo



Por GABRIELA BOSCHETTIda SEGS
O conceito de que mulher só gosta de presentes sofisticados e caros mudou muito ao longo dos anos. Hoje em dia as pessoas se preocupam mais em demonstrar atitude delicada e carinhosa. Com isso, no Dia Internacional da Mulher, nada melhor do que presentear com flores.
 
O dia é celebrado no dia 8 de março e representa o início de manifestações de mulheres russas por melhores condições de trabalho e vida. Atualmente é uma das melhores datas comemorativas para venda de flores, ficando atrás apenas do Dia das Mães e Dia dos Namorados.
 
O diretor do Sindicato do Comércio Varejista de Flores e Plantas Ornamentais do Estado de São Paulo (Sindiflores), Edison Alexandre, afirma que maior parte das compras nessa época acontece pelo setor corporativo, que presenteia as funcionárias nesta data comemorativa. “As rosas é uma das flores mais vendidas nesse dia e o consumo da espécie aumenta a cada ano. Ela costuma ser a preferida da maioria das mulheres”, comenta Edison.

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Suculentas em tacho reciclado


 Dica de jardinagem e paisagismo super simples e de efeito bacana


Esta dica vem do blog Cheiro de Mato. As suculentas são plantas resistentes que precisam de pouca água.

Na foto, o tacho de suculentas foi totalmente refeito. Antes de acomodar os vasos plásticos, forre o fundo com papel plástico, use carvão de base (que suga o excesso de água no recipiente) e coloque os vasos de suculentas lado a lado. Para que não apareçam, cubra as laterais com musgo. A ideia pode ser reproduzida em tinas de madeira, travessa de cozinha, panelas de cobre…é só usar a imaginação!

Fonte:casaejardim.globo.com

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Cascas de alimentos se transformam em matéria-prima




Por Diogo Silva

Um destino comum para as cascas dos alimentos que consumimos é a lata de lixo. Existem iniciativas, porém, que estão reaproveitando estes materiais de maneira curiosa e inovadora. Vamos conhecer, abaixo, algumas dessas propostas de reutilização das cascas de ovos, frutas e cereais que podem contribuir para o alcance de uma sociedade mais sustentável.

Ovo – A farinha de cascas de ovos já é popularmente conhecida como uma rica fonte de cálcio, indicada, principalmente, em casos de osteoporose. Uma matéria veiculada no site Inovação Tecnológica (www.inovacaotecnologia.com.br), no entanto, traz duas novas aplicações para esse material. Pesquisas realizadas pela Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, mostraram que é possível produzir colágeno a partir dessas cascas, assim como utilizá-las em um processo de produção de hidrogênio.

O colágeno, substância que compõe 10% da membrana que reveste o interior das cascas de ovos, é retirado por meio da ação de um ácido orgânico e pode ser utilizado por indústrias alimentícias, fabricantes de cosméticos e na recuperação de pessoas com queimaduras graves.

Banana – Você imaginaria que seria possível despoluir a água contaminada por metais pesados usando cascas de banana? Pois esta foi a descoberta da química Milena Boniolo. Ela observou que as cascas dessa fruta possuem uma grande quantia de moléculas com carga negativa, e que, conforme o princípio da química de que os opostos se atraem, seria possível atrair os metais pesados positivamente carregados. Para que isso seja possível, as cascas são secas, trituradas e peneiradas. Apenas 5 mg desse pó são suficientes para despoluir 100 ml de água. A invenção, no entanto, aguarda patrocínios para ser produzida em larga escala.

Arroz – A queima da casca do arroz para a geração de energia já é uma realidade no Brasil. Somente no Rio Grande do Sul, quatro companhias de gêneros alimentícios já praticam essa atividade, reaproveitando as cascas obtidas durante o processo de beneficiamento do arroz. E, no próximo mês de maio, a cidade de São Borja, também no estado gaúcho, deve inaugurar uma termoelétrica desse tipo, construída pela empresa MPC Bioenergia do Brasil.

O empreendimento terá capacidade para a geração de 12,5 Megawatts, o suficiente para abastecer uma cidade com 80 mil habitantes. Entre os benefícios trazidos pela obtenção de energia a partir das cascas de arroz estão a pouca poluição produzida pela sua fumaça, por não possuir enxofre, o recebimento da energia gerada pela termoelétrica em tempo real por parte da companhia de energia do estado e a possibilidade de reaproveitar as cinzas das cascas como material fertilizante.

Casca de Laranja – Uma pesquisa realizada em conjunto por cientistas da Universidade de York, na Grã-Bretanha, da Universidade de São Paulo e da Universidade de Córdoba, divulgada pela BBC no ano passado, estuda a possibilidade de transformar cascas de laranja em compostos químicos e biocombustível.

De acordo com os pesquisadores, um campo de microondas ativaria a celulose presente nas cascas e provocaria a liberação de vários elementos químicos que podem ser usados para fabricar materiais que atualmente dependem de petróleo e na fabricação de biocombustíveis. Um dos elementos que seriam liberados com essa técnica, o d-limoleno, apresenta condições de ser utilizado diretamente na fabricação de perfumes e outros produtos químicos. A aplicação desta técnica ajudaria a reduzir um montante de 8 milhões de toneladas cascas por ano, o total de resíduos da produção comercial de suco de laranja no Brasil.

Coco verde - No Rio de Janeiro, o Projeto Coco Verde realiza a reciclagem da casca do coco, em um processo que dá origem a diversos produtos. A empresa foi criada em 1999, quando apenas vendia a fruta. No decorrer da atividade, deparou com o problema das cascas de coco geradas pelo seu próprio negócio. “Após inúmeras pesquisas, foi desenvolvida uma tecnologia única para reciclagem e transformação desse resíduo em vários produtos. Isso se tornou a atividade principal da empresa, garantindo a sobrevivência e o crescimento da mesma”, diz Philippe Jean Herni Mayer, gerente de projetos da Coco Verde RJ.

Por meio do processo de reciclagem são reaproveitadas, principalmente, as fibras do coco, que resultam em produtos para paisagismo, jardinagem e decoração, como vasos que substituem o xaxim, uma planta ameaçada de extinção no país. A fibra reciclada também pode ser aproveitada como isolante térmico e acústico e na fabricação de forros de carros, estofamentos e cordas.

Em Fortaleza (CE), a CoobCoco (Cooperativa de Beneficiamento da Casca do Coco Verde), utiliza tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) para a reciclagem do coco. O pó resultante do processo, além das fibras, também é aproveitado, sendo utilizado para a produção de substratos agrícolas.

Projeto Premiado – No início de agosto, o professor Eraldo Martins, do curso de edificações da Escola Técnica Estadual Professor Agamemnom Magalhães (ETEPAM), em Recife (PE), venceu a etapa nacional do prêmio Educadores Inovadores, promovido pela Microsoft, com o projeto Construcoco.

O projeto prevê a utilização da fibra do coco em conjunto com barro para a fabricação de tijolos. “Não escolhemos o coco à toa. A decisão foi feita após considerar os benefícios à sociedade que o projeto poderia trazer. Dados da Elus, empresa de limpeza urbana de Recife, mostram que 70% do lixo gerado na faixa litorânea é proveniente do coco”, diz o professor Eraldo Martins.

A expectativa, agora, é conseguir uma máquina de prensa hidráulica para a fabricação dos tijolos e outra para triturar o coco verde. “Acreditamos que, com os equipamentos necessários para estudo e desenvolvimento do projeto, será possível construir e levar esse conhecimento a diversas instituições, comunidades e projetos sociais”, declara Eraldo.

De acordo com o professor, muitas empresas se interessaram pelo projeto durante a 4ª Feira Internacional Para Intercâmbio das Boas Práticas Socioambientais, realizada em São Paulo no mês de julho, o que pode resultar em futuras parcerias. “Estamos nos preparando para que isso aconteça o quanto antes e que a sociedade seja a maior beneficiada com nosso projeto”, espera o professor.
Fonte: ressoar

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Dicas: Reciclagem e reaproveitamento no seu jardim


Não jogue fora a casca que cai de suas árvores. Elas funcionam como um lindo acabamento em seus vasos, e mesmo nos canteiros.
A casca de ovos é rica em cálcio, e pode ser triturada e misturada ao solo para nutrir suas plantas.
Também não jogue fora restos de frutas e migalhas de pão, que, podem ser postas em seu jardim para atrair pássaros. Em galhos de árvores, por exemplo, restos de banana, laranja e mamão, compõem um banquete para eles.
Anote
Colocar bananas ou abacaxis passados em comedouros ou próximos às árvores ajuda a atrair espécies frugíforas (que comem frutos); Gramados são úteis para as borboletas botarem seus ovos nas ervas que nascem em meio às suas folhas.
Fonte: http://migueltemerpaisagismo.blogspot.com.br

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Dicas de paisagismo para iniciantes



Algumas medidas simples de rega, plantio, luminosidade, escolha correta de espécies, alturas adequadas de arborização, entre outros recursos, vão garantir paisagens harmônicas e exuberantes


Por Carla Pimentel - Especial para o Lugar Certo


 (Carla Pimentel/Divulgação)
1- Como saber se é hora de molhar um vaso? Coloca-se o dedo na terra. Se ela se prende ao dedo significa que está úmida e não precisa de nova rega. Logo se aprenderá a rotina da rega sem necessitar avaliar com o dedo.

2- Como saber se um ambiente interno possui luz suficiente para se ter planta natural? Observando-se se o ambiente recebe luz suficiente para produzir sombra, escolhe-se então espécies próprias para escassez de luz como: Zameokukas, palmeiras Chamaedorea, diversas espécies de Filodendrons, Palmeiras Raphis, entre outras.

3- Prefira fazer podas nos meses sem R, isto é maio, junho,julho e agosto ( meses do inverno). Estes meses normalmente apresentam um clima mais seco, com pouca umidade do ar, dificultando a incidência de fungos e doenças.

4- Muitas vezes se confunde sintomas de falta com excesso de água. Folhas murchas, que amarelecem e caem são conseqüência de excesso de água.

 Conheça um pouco dos trabalhos de Carla Pimentel 

5- Folhas definhadas , descoloradas, que se alongam em direção a fonte de luz, indicam que a planta está em ambiente com iluminação insuficiente para suas necessidades.

6- Dormentes descartados do uso em trilhos de trem podem ser utilizados com sucesso considerável nos projetos paisagísticos, sejam como divisórias, cercas, degraus de escadas, caminhos ou como suportes de plantas.

7- A água constitui fator de grande atração visual, tanto por seus efeitos de reflexão, sensação de ampliar horizontes e de movimento, quanto por seus efeitos sonoros e psicológicos.
Quando utilizada de maneira adequada ente flores, folhagens, árvores, e palmeiras, normalmente provoca sensações agradáveis pois, além de tocar em todos os nossos sentidos, ainda tem a capacidade de atrair pássaros e pequenos animais. Desde espaços pequenos, com fontes menores, até grandes locais, com piscinas ou cascatas, a água sempre equilibra e harmoniza a paisagem.

8- Arborização Urbana: Para o plantio de árvores em passeio público é imprescindível se observar algumas regras básicas, para não ocorrer conseqüências desagradáveis no futuro. O principal fator é a presença ou não de fiação aérea sobre o local onde será introduzida a espécie arbórea. Este detalhe é fundamental para se escolher a espécie correta. Na calçada onde existe rede elétrica, as árvores a serem plantadas devem ser de espécies de pequeno porte, obedecendo aos recuos necessários. Na calçada onde não existe a rede elétrica, pode-se utilizar espécies de médio porte, adequadas à paisagem local e ao espaço disponível.

Algumas medidas a observar sobre arborização:

Recuo mínimo da muda em relação ao meio-fio: 0,5m

Distâncias mínimas entre árvore e entradas de garagem: 1m

Vão livre entre a copa das árvores e a rede de baixa tensão: 1m

Vão livre entre a copa das árvores e a rede de alta tensão: 3m

Altura máxima das árvores de pequeno porte: 4m

Altura máxima das árvores de médio porte: 8m

Distância mínima entre árvores de pequeno porte e placas de sinalização: 5m

Distância mínima de árvores de médio porte e placas de sinalização: 7m

Distância mínima das esquinas: 7m



*Carla Pimentel é paisagista, urbanista e gestora ambiental